
A Contraste é unida até em trabalhos que não envolvem somente a agência, pois é, assistimos todos, quer dizer, quase todos, não que o filme seja empolgante ao ponto de te deixar grudado na televisão sem dormir, mas teve alguem que dormiu (vejam o vídeo após o trabalho):
“Deu na TV, é verdade”, esta frase repetida muitas vezes no filme “Mera Coincidência”, retrata muito bem a situação atual da sociedade em meio as mídias, e mais especificamente: a televisão.
O velho hábito de se deslocar até uma banca para comprar um jornal e ler as notícias do dia está se perdendo rapidamente. Hoje, a sociedade está sedentária até mesmo no quesito informação. É muito mais cômodo ligar o rádio ou a TV e absorver todo o conteúdo passado, se é que podemos chamar tudo o que é veiculado de conteúdo, mas o mais relevante é que os meios de comunicação são tidos como fontes seguras de informação.
Se antigamente o rádio já trazia todo um alvoroço por levar notícias do desconhecido e despertar curiosidade, imagine uma “caixa mágica”que transmite som e imagem, como não acreditar em algo que esta sendo transmitido para toda a massa e que você esta vendo com os próprios olhos?
Aproveitando-se de todas essas dúvidas o filme mostra como pode ser feito a manipulação das pessoas e até mesmo criar uma guerra.
O filme “Mera Coincidência”, aliás, a tradução do título para o português na tentativa de relacionar ao fato ocorrido com Bill Clinton e sua estagiária, acabou por eliminar o sentido do título original, “Wag the Dog” numa tradução ao pé da letra Balance o cachorro, mostra como é possível manipular o público e a mídia conforme os interesses de quem detém o poder.
Em meio a uma notícia sobre assédio sexual envolvendo o presidente dos Estados Unidos às vésperas das eleições, Conrad Brean é contratado para evitar que a moral e a reputação do presidente seja abalada, para isso, cria uma guerra na Albânia, onde o presidente sairá como herói, por realizar atividades beneficentes, ficar junto do público e pregar a paz. Para que esse cenário seja definitivamente completo Brean solicita ajuda de um produtor famoso chamado Stanley Mots que por sua vez cria o cenário perfeito para uma guerra que nunca existiu para eles, diferente do que ocorre com a sociedade.
Muitas perguntas do tipo: “será que os americanos foram os primeiros a pisar na lua?”, começam surgir na cabeça das pessoas, depois de assistir a esse filme. Mas uma coisa é certa, vão duvidar um pouco mais de tudo que assistem e de tudo que é mostrado, mas passado um certo tempo o filme acaba caindo no esquecimento e tudo voltando ao normal, funciona assim com as novelas, o público gosta muito e fica grudado todas as noites para ver algo de novo até o ultimo capitulo, acabou essa novela, outra já se inicia e não é lembrado mais o nome da anterior.
Não há o cuidado de se aprofundar a respeito do que se é ouvido ou assistido, afim de filtrar o real do inventado, tudo é aceito como sendo certo. Deu na mídia automaticamente fica gravado na mente do telespectador/ouvinte, desde uma simples nota sobre algum famoso até uma possível invasão em certa região do Oriente Médio. Esse fenômeno acontece por culpa da própria sociedade que se acostumou a uma informação enlatada, seja num programa matinal ou no noticiário da noite, todos passam as informações com a credibilidade que lhes é dada.
Um caso atual a ser lembrado foi o “toque de recolher” liderado pelo PCC em São Paulo que fez pessoas saírem mais cedo do trabalho, comércios fecharem suas portas e aulas serem suspensas. O ataque maior foi das emissoras de televisão que disputavam quem trazia mais informações o que resultou em uma ampliação generalizada do que estava realmente ocorrendo, ou seja, mais uma guerra inventada pela mídia.
O mau costume dessa sociedade contemporânea de se acomodar e ajoelhar para os meios de comunicação, acabou por faze-la prisioneira de si mesma, pois perdeu a malícia de reivindicar seus direitos, de exigir informação de qualidade, até parece que voltamos aos tempos da Roma Antiga quando a política do pão e do circo era mais que suficiente para entreter e dominar o povo.
O velho hábito de se deslocar até uma banca para comprar um jornal e ler as notícias do dia está se perdendo rapidamente. Hoje, a sociedade está sedentária até mesmo no quesito informação. É muito mais cômodo ligar o rádio ou a TV e absorver todo o conteúdo passado, se é que podemos chamar tudo o que é veiculado de conteúdo, mas o mais relevante é que os meios de comunicação são tidos como fontes seguras de informação.
Se antigamente o rádio já trazia todo um alvoroço por levar notícias do desconhecido e despertar curiosidade, imagine uma “caixa mágica”que transmite som e imagem, como não acreditar em algo que esta sendo transmitido para toda a massa e que você esta vendo com os próprios olhos?
Aproveitando-se de todas essas dúvidas o filme mostra como pode ser feito a manipulação das pessoas e até mesmo criar uma guerra.
O filme “Mera Coincidência”, aliás, a tradução do título para o português na tentativa de relacionar ao fato ocorrido com Bill Clinton e sua estagiária, acabou por eliminar o sentido do título original, “Wag the Dog” numa tradução ao pé da letra Balance o cachorro, mostra como é possível manipular o público e a mídia conforme os interesses de quem detém o poder.
Em meio a uma notícia sobre assédio sexual envolvendo o presidente dos Estados Unidos às vésperas das eleições, Conrad Brean é contratado para evitar que a moral e a reputação do presidente seja abalada, para isso, cria uma guerra na Albânia, onde o presidente sairá como herói, por realizar atividades beneficentes, ficar junto do público e pregar a paz. Para que esse cenário seja definitivamente completo Brean solicita ajuda de um produtor famoso chamado Stanley Mots que por sua vez cria o cenário perfeito para uma guerra que nunca existiu para eles, diferente do que ocorre com a sociedade.
Muitas perguntas do tipo: “será que os americanos foram os primeiros a pisar na lua?”, começam surgir na cabeça das pessoas, depois de assistir a esse filme. Mas uma coisa é certa, vão duvidar um pouco mais de tudo que assistem e de tudo que é mostrado, mas passado um certo tempo o filme acaba caindo no esquecimento e tudo voltando ao normal, funciona assim com as novelas, o público gosta muito e fica grudado todas as noites para ver algo de novo até o ultimo capitulo, acabou essa novela, outra já se inicia e não é lembrado mais o nome da anterior.
Não há o cuidado de se aprofundar a respeito do que se é ouvido ou assistido, afim de filtrar o real do inventado, tudo é aceito como sendo certo. Deu na mídia automaticamente fica gravado na mente do telespectador/ouvinte, desde uma simples nota sobre algum famoso até uma possível invasão em certa região do Oriente Médio. Esse fenômeno acontece por culpa da própria sociedade que se acostumou a uma informação enlatada, seja num programa matinal ou no noticiário da noite, todos passam as informações com a credibilidade que lhes é dada.
Um caso atual a ser lembrado foi o “toque de recolher” liderado pelo PCC em São Paulo que fez pessoas saírem mais cedo do trabalho, comércios fecharem suas portas e aulas serem suspensas. O ataque maior foi das emissoras de televisão que disputavam quem trazia mais informações o que resultou em uma ampliação generalizada do que estava realmente ocorrendo, ou seja, mais uma guerra inventada pela mídia.
O mau costume dessa sociedade contemporânea de se acomodar e ajoelhar para os meios de comunicação, acabou por faze-la prisioneira de si mesma, pois perdeu a malícia de reivindicar seus direitos, de exigir informação de qualidade, até parece que voltamos aos tempos da Roma Antiga quando a política do pão e do circo era mais que suficiente para entreter e dominar o povo.
Vídeo do ronco:
2 comentários:
Tah demaaiisss ese site meeuuuu...
eu sou concorrente..mas eu sei admirar um bom trabalho.ahahahahahahah
bjos..Ana Dalto
Agencia Übercom (uia)...ahaaha
Agradeço a ênfase dada à minha pessoa. Fico muito feliz por ser sempre lembrado.
Espero que esse trabalho me passe, pq já peguei um exame!
Até mais
Ass: Membro secreto
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